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O DESIGN E A SUA IMPORTÂNCIA

19 SET 2006

Como vê o panorama actual do Design/Arquitectura em Portugal? A expressão do desejo - pelo humano - cria oportunidades de intervenção pelo design em todas as suas actividades (sejam elas individuais ou colectivas).
A actividade designer revela-se fundamental para a interpretação e compreensão do viver contemporâneo sendo a sua percepção como actividade global (tanto pelos seus interpretes como pelos seus utilizadores) fundamental para o nosso  futuro.
Não há design sem programa nem solicitação à sua intervenção se este não compreender o contexto da sua intervenção. O Design - seja ele Português ou Sueco - sem uma visão transversal sobre a realidade para a qual responde e a qual molda, é uma actividade condenada ao fracasso.
O panorama revela-se tanto promissor como complicado. O designer deverá compreender a sua posição estratégica - entre o projecto e a indústria, entre a economia e o produto, entre a cultura e a identidade - integrar e integrar-se num esforço pluridisciplinar de criação de mais-valias.

Relativamente ao desenvolvimento do Design/Arquitectura noutros países quais pensa serem as tendências ou exemplos de onde poderemos retirar alguns ensinamentos?
De todo o lado. Sem limites. Apenas deveremos procurar compreender cada realidade. Por exemplo, na Finlândia plantam-se florestas a perder de vista. O "seu" contraplacado termo-moldado não aparece por geração espontânea. Há todo um contexto económico-cultural a compreender na avaliação de determinado exemplo e/ou tendência.
Considera existirem segmentos ou nichos de mercado que poderão ser melhor abordados e trabalhados pelo Design/Arquitectura?
Penso que o design tem como desígnio, em resposta ao seu desejo, antecipar, revelar e explorar novos nichos. Só assim é que poderá sobreviver enquanto disciplina.

Nesses casos, e em geral, qual pensa ser a melhor forma de transmitir a importância da intervenção do Design/Arquitectura como elemento diferenciador e fundamental para a aquisição de vantagens competitivas?
A natureza da sua disciplina - reunindo e compreendendo todas as disciplinas - e a sua capacidade de antecipação ao mercado, libertam a sua actividade para um constante questionar do mundo e seus artefactos.
O que tem feito a sua empresa para responder às necessidades do mercado e que ferramentas tem utilizado para se actualizar?
O reconhecimento de que a resposta a determinado problema só é possível pela percepção do todo. Um todo maior que a soma dos seus constituintes.

Nos projectos que tem desenvolvido, tem recorrido à utilização de estruturas modulares? Se não, porquê? Se sim, quais pensa terem sido os principais benefícios que colheu?
Sistematicamente. A modularidade é um paradigma de liberdade. Tal como o alfabeto constituido um sistema finito de signos que, pela sua conjugação, possibilita uma infinidade de conjugações, um sistema modular possibilita ao designer a maior liberdade de projecto, aliada à imensa mais-valia que constitui a sua rapidez de execução.
Como tudo, necessita de ser compreendido e interpretado.

 

www.outrosmercadus.pt/ver_entrevista/id/11